terça-feira, agosto 25, 2026
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“Unidos em Combate ao Feminicídio” 

“Unidos em Combate ao Feminicídio” .

Foi realizada no dia 21 de agosto de 2026, no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo, o segundo Congresso Agosto Lilás da Confraria Mulheres 40 +,  com o tema “Unidos em Combate ao Feminicídio”.  

Trata-se de uma iniciativa da Jornalista Jô Ribeiro, Presidente da citada Confraria, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de combater esse delito.

Participaram juristas, operadores do Direito, representantes da Sociedade Civil com ampla experiência no combate à violência contra a Mulher.

Durante a exposição foi explicado que o feminicidio nao e um crime novo, mas sim uma tipificação penal  criada em 2015, a princípio como qualificadora do homicídio e a partir de 2024 como um tipo pena autônomo previsto no artigo 121-A do  Código Penal, para definir o homicídio praticado contra as mulheres pelo ódio e menosprezo contra o sexo feminino ou nas condições que configurem violência doméstica. Ou seja, este crime existe desde que o mundo é mundo (Doca Street e Ângela Diniz, Lindomar Castilho e Elaine Gramon).

“Unidos em Combate ao Feminicídio”

"Unidos em Combate ao Feminicídio" Foi mencionado também que o Feminicídio não verdade e o ápice, o ponto máximo, de violência contra a mulher que começa muito antes com as violências psicológica, verbal, patrimonial,  sexual e física, por isso a importância de se combater todas as formas de violência, sendo importante ressaltar que Agosto Lilás e feito em comemoração a Lei Maria da Penha que este ano completa 20 anos e foi um marco na luta contra a Violência contra a Mulher, conclui Dra. Juliana Puccini.
"Unidos em Combate ao Feminicídio" 
Jo Ribeiro e Dra. Juliana Puccini

Foi ressaltado que a violência contra a mulher saiu da região periférica e atinge todas as classes sociais

Trata-se de uma questão cultural em nossa sociedade que é patriarcal, misógina e machista. Sendo necessário quebrar esse modelo cultural através da educação familiar, podendo também utilizar a escola como um caminho, mas enfatizando que a mudança tem que começar na família.

Foi discutido também a importância de políticas públicas que deem respaldo e estrutura para as mulheres acordarem da situação de violência em que vivem, romperem e saírem desse ciclo, pois muitas encontram-se presas por dependência emocional e financeira, o que faz com que muitas vezes voltem atrás em sua denúncias, levando a impunidade do agressor e muitas vezes à morte da  vítima.
Fonte: Assessoria de Imprensa/Divulgação
Fotos: Arielson Honorato e Jackson Marques.

Leia ainda: 2º Congresso Agosto Lilás 2026 combate ao Feminicídio
Uiara Zagolin
Uiara Zagolin
Jornalista e Editora do portal NA MIDIA; Correspondente Internacional; Diretora de Relações Internacionais da FEBRACOS Federação Brasileira de Colunistas Sociais; Vice-Presidente da APACOS Associação Paulista de Colunistas Sociais; Delegada Regional da Associação Internacional de Imprensa; membro da Worldwide Association of Female Professionals; Imortal na Academia de Artes de São Paulo e Academia Mundial de Letras. Com formação no Canadá, EUA e UK
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