quarta-feira, julho 1, 2026
spot_img
InícioEntretenimentoAtriz Andrea Beltrão vive a mítica personagem “Antígona”

Atriz Andrea Beltrão vive a mítica personagem “Antígona”

Atriz Andrea Beltrão vive a mítica personagem “Antígona”

Dirigido por Amir Haddad, clássico da cultura ocidental verbaliza a condição humana e a necessidade de insurgências em tempos de exceção

http://files.workr.com.br/ViewImage.aspx?image=AuuALomQ01hRpHgvpDSJdw==

A atriz Andrea Beltrão vive a mítica personagem “Antígona”, no texto homônimo de Sófocles.

(crédito: Guga Melgar)

Considerada pelo filósofo alemão G.W.F Hegel uma tragédia ao mesmo tempo antiga e primeiramente, moderna, por discutir direito natural e o conceito ocidental de justiça.

Dessa forma, “Antígona”, de Sófocles, pertence à última parte da trilogia tebana, iniciada pela saga inicialmente, de Édipo Rei.

A versão do diretor Amir Haddad para o clássico, com interpretação de Andrea Beltrão, tem uma curtíssima portanto,  temporada no Sesc Santo André.

Justamente,  entre os dias 21 e 23 de julho, com sessões na sexta-feira, às 21h; no sábado, às 20h; e no domingo, às 18h.

Os ingressos custam até R$40.

Após 2.400 anos de sua primeira montagem na Grécia Antiga, a peça apresenta um eterno retorno às raízes do mito, da obra, do autor e dos pilares da cultura.

Assim como, da civilização ocidental.

No plano simbólico e filosófico, a narrativa de Antígona remete às tensões entre o divino e o humano, à temporalidade dos deuses, à angústia humana diante da imortalidade.

Do mesmo modo, à justiça como uma benevolência dos deuses e às dimensões ética e humana.

Sófocles abre, também, uma dimensão política e existencial, a partir sob o mesmo ponto de vista, do tema da morte.

A montagem ainda aborda o derradeiro instante da vida como ponto de cisão, de crise, necessária a qualquer reflexão sobre a nossa condição.

Atriz Andrea Beltrão vive a mítica personagem “Antígona”

Evocando uma retrospectiva entre o ato do nascer e do momento final, a morte não abriria apenas portanto, uma causalidade física.

Outrossim, mostraria a demarcação em indivíduos do simbólico numa determinada cultura.

Portanto, a necessidade presente – enterrar o irmão morto – pelo respeito às leis da ancestralidade, e as condições políticas num determinado período histórico conclusivamente.

 

http://www.sescsp.org.br/santoandre

Leia também: Pesquisa aponta que qualidade de ensino caiu na pandemia

 

 

 

Uiara Zagolin
Uiara Zagolin
Jornalista e Editora do portal NA MIDIA; Correspondente Internacional; Diretora de Relações Internacionais da FEBRACOS Federação Brasileira de Colunistas Sociais; Vice-Presidente da APACOS Associação Paulista de Colunistas Sociais; Delegada Regional da Associação Internacional de Imprensa; membro da Worldwide Association of Female Professionals; Imortal na Academia de Artes de São Paulo e Academia Mundial de Letras. Com formação no Canadá, EUA e UK
RELATED ARTICLES

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Most Popular

Recent Comments

Rogerio araujo on Arena Caipirão 2026
Raquel Maffeis on Stella Valenttina Mello Zorzo
Wagner Casabranca on O desafio invisível dos atletas
Erica Rodrigues Machado on O lugar perfeito para cuidar da sua beleza
Comendador Leamir Antunes da Rocha on FEBACLA – A federação que enaltece a cultura
Jamile Yasmin da Silveira Braga on Quer ser capa de revista, então, vem com a gente!
Iracema di Castro Kelemen on PARNAMIRIM Base Norte-Americana nos Trópicos
Iracema di Castro Kelemen on PARNAMIRIM Base Norte-Americana nos Trópicos
MARUSA CRISTINA DE SOUZA GARCIA on GASTRONOMIA ARTESANAL NA VILA MADALENA