Leitura dramatizada “Filhas da Violência”

A violência contra as mulheres é um problema social grave no Brasil

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Leitura dramatizada “Filhas da Violência”.

Leitura Dramatizada da peça Filhas da Violência acontecerá no dia 27/06 na sede do Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro às 17 horas

Onde através de leituras com várias vozes femininas abordarão o tema violência doméstica e familiar. Mulheres que ousaram dizer não, dizer basta e colocar fim a uma relação abusiva.

A atriz e Modelo Gisela Markenson, que voltou aos Palcos com Monólogo, Peça em Cartaz, Leitura Dramatizada, recebeu o Troféu “Arte Em Movimento”  e que também foi indicada pela comissão organizadora da APPERJ (Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro) com seu Presidente o Poeta, Escritor e Artista Jorge Ventura, dá voz à luta pela conscientização da violência contra as mulheres.

Leitura dramatizada "Filhas da Violência".

Serviço

Ciclo de Leitura Dramatizada
FILHAS DA VIOLÊNCIA
Direção: Anna Kessous
Texto: Anna Kessous
Elenco: Rosie Nalducci, Lú Gondim, Gisela Markenson e Clícia Zoé Brandão
Data: 27/jun – quinta-feira
Horário: 17h
Local: Sated RJ
Endereço: Rua Alcindo Guanabara, 17/18 andar. Cinelândia, Centro, Rio de Janeiro

Assim, a  violência contra as mulheres é um problema social grave no Brasil e dados do país indicam que casos de violência doméstica, agressões físicas, assédio sexual, estupro e feminicídio são frequentes, situação que precisa ser revertida com a máxima urgência. Portanto, é necessário todos juntos enfrentarmos esse problema e ampliarmos a conscientização de toda a sociedade.

As mulheres precisam ser respeitadas cuidadas e protegidas

Precisa-se que as autoridades discutam e melhorem a forma de atuação para combater esse crime, além de reforçar a importância dos canais de denúncia e de atendimento às vítimas. Ou seja, nenhuma mulher merece ser vítima de violência, seja física ou sob a forma de ameaça.
Leitura dramatizada "Filhas da Violência".
Gisela Markenson
 

“A violência contra a mulher é todo ato lesivo que resulte em dano físico, psicológico, sexual, patrimonial, que tenha por motivação principal o gênero, ou seja, é praticado contra mulheres expressamente pelo fato de serem mulheres.

A violência contra a mulher pode ser praticada no âmbito da vida privada em ações individuais, exemplos disso são o assédio, a violência doméstica o estupro, o feminicídio”

Sororidade

Empatia e união entre mulheres. Representa qualquer apoio que se possa dar a todas as mulheres que precisam, as que conhecemos e as que não conhecemos. Mas como fazer isso no dia a dia? Praticando verdadeiramente a solidariedade. Na sociedade atual qualquer gesto solidário pode mudar a vida de muitas mulheres. Não precisa ser um gesto grandioso, o simples ato de ouvir já é o primeiro passo.
Então, para praticar Sororidade é necessário acabar com o mito da rivalidade; apoiar outras mulheres. Ainda, valorizar  trabalho de outras mulheres, evitar julgamentos. Assim como, compartilhar conhecimentos e ser empática.

O silêncio pode matar!

Não se cale, ligue 180!

 

 

 

 

Fonte: Assessoria de Imprensa / Divulgação
Veja mais sobre: “Violência contra a mulher”  https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/violencia-contra-a-mulher.htm
Fotos: 
Divulgação
Edição: Redação Na Mídia

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