Personalização na decoração: casas com mais identidade
Decorar a própria casa pode ser um ato de liberdade, além de criar o sentimento de pertencimento
As tendências no universo da decoração de ambientes estão marcadas, atualmente, pela ideia de sair de um design impessoal e abrir espaço para a personalização na decoração e para a busca da identidade pessoal de quem vive no local. O que fica em alta nesse cenário são as “casas com cara de casa”.
Decorar e personalizar o lar agora é um exercício de bem-estar e identidade, um movimento que rejeita o minimalismo e promove traços impecáveis para um maximalismo afetivo. O que os consumidores buscam é um refúgio que abraça sua narrativa de vida.
(Créditos: fizkes / iStock)
As tendências no universo da decoração de ambientes estão marcadas, atualmente, pela ideia de sair de um design impessoal e abrir espaço para a personalização na decoração e para a busca da identidade pessoal de quem vive no local. O que fica em alta nesse cenário são as “casas com cara de casa”.
Decorar e personalizar o lar agora é um exercício de bem-estar e identidade, um movimento que rejeita o minimalismo e promove traços impecáveis para um maximalismo afetivo. O que os consumidores buscam é um refúgio que abraça sua narrativa de vida.
O que significa personalizar o ambiente
A decoração atua como uma comunicação não-verbal. Ao personalizar os espaços, o ambiente reflete os interesses e valores da pessoa, fazendo com que exista o sentimento de pertencimento àquele lugar. Alguns exemplos são móveis de herança, souvenirs de viagens, quadros e fotos nas paredes e expressão artística pessoal.
Como projetar ambientes que refletem personalidade
Para ter um ambiente com personalidade, o primordial é contar com objetos que refletem o que a pessoa gosta, sem se preocupar com tendências rígidas. O foco deve estar em elementos que façam sentido para cada indivíduo. Por exemplo, ter um objeto inesperado, mas que a pessoa goste muito, em um canto neutro, carrega personalidade.
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Sala de estar
A sala é o cartão de visitas da casa. Personalizar a decoração desse ambiente significa fugir de quadros genéricos e optar por gravuras de artistas do gosto pessoal, filmes e objetos emoldurados de momentos especiais. Prateleiras podem dispor itens que refletem hobbies e paixões dos moradores.
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Quarto
O cômodo mais íntimo da casa deve focar no conforto, mas ainda pode demonstrar identidade. A escolha da roupa de cama, por exemplo, pode ser mais vibrante ou mais neutra. Para uma atmosfera interessante, a luz é um bom ponto para ousar, com arandelas ou lustres diferenciados, conforme o gosto pessoal.
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Banheiros
Apesar de costumar ser básico, o banheiro também é um espaço para exprimir a identidade. Nos momentos de autocuidado e relaxamento, detalhes no banheiro como luzes coloridas, plantas e velas aromáticas transformam o ritual da higiene. E a própria estrutura pode fugir do clássico branco nas louças e ter cores e lajotas ousadas.
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Cozinha
Na cozinha, o convívio com a relação alimentar se reflete na mobília, nos utensílios e nos pequenos aspectos decorativos. Para quem gosta de cozinhar e busca funcionalidade, deixar panelas, temperos e tábuas à vista sugere uma estética de “cozinha de verdade”. No armário de cozinha, é possível fazer um pequeno bar ou cantinho do café, a depender da preferência.
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Escritório
Para quem trabalha em casa, ou até mesmo quer decorar a estação de trabalho, um moodboard funciona muito para inspirar. Basta montar uma grade metálica com referências da personalidade, frases motivacionais ou simplesmente itens acolhedores para alimentar a criatividade e o bem-estar. O trabalho em casa também fica mais prazeroso com uma cadeira com design ergonômico ou uma escrivaninha que foge do básico tradicional.

