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Envelhecimento ativo, saúde emocional e autonomia

Envelhecimento ativo, saúde emocional e autonomia.

Envelhecer com qualidade vai muito além do controle de doenças. Saúde emocional, autonomia e participação social caminham juntas e são determinantes para o bem-estar físico, mental e social do idoso. Segundo o Dr. Tiago Ferolla, geriatra do Hospital Mater Dei Santa Genoveva, “mais do que acrescentar anos à vida, o cuidado em saúde precisa garantir vida aos anos”.

Saúde emocional e autonomia: uma relação que se fortalece ao longo do tempo

A saúde emocional exerce papel central na qualidade de vida da pessoa idosa. Sentir-se capaz de decidir, agir e participar da própria rotina fortalece a autoestima, o senso de propósito e a dignidade — fatores diretamente ligados à prevenção de ansiedade e depressão.

De acordo com o Dr. Tiago, “a saúde emocional, a autonomia funcional e a qualidade de vida na terceira idade são dimensões interdependentes e se retroalimentam continuamente”.

Quando essa autonomia é preservada, o idoso se mantém mais engajado com o autocuidado, com os tratamentos de saúde e com a vida social. Por outro lado, o médico alerta que alterações emocionais como apatia, tristeza persistente ou ansiedade podem reduzir a iniciativa e acelerar perdas funcionais, criando um ciclo negativo que impacta o bem-estar global.

Por isso, na geriatria, qualidade de vida não significa apenas ausência de doença, mas equilíbrio entre saúde física, emocional, social e espiritual.

Envelhecimento ativo como estratégia de prevenção e cuidado

O envelhecimento ativo, conceito defendido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), propõe estimular continuamente as capacidades físicas, cognitivas e sociais ao longo da vida. Na prática, conforme explica o geriatra, isso significa incentivar o movimento, o aprendizado e o convívio social em todas as fases do envelhecimento.

Atividades físicas regulares ajudam a preservar a força muscular, o equilíbrio e a funcionalidade, além de terem efeito positivo comprovado na prevenção da depressão. Já a estimulação cognitiva — como leitura, jogos, cursos e atividades culturais — contribui para a manutenção da memória e da autonomia mental.

Dr. Tiago ainda destaca que “idosos que se mantêm ativos tendem a apresentar menor dependência, menos hospitalizações e melhor percepção subjetiva de saúde.”

A participação social também é fundamental. O isolamento é um dos principais fatores de risco para depressão, declínio cognitivo e até mortalidade precoce na terceira idade. Manter vínculos fortalece o sentimento de pertencimento e combate a visão passiva da velhice.

O papel da família e da equipe de saúde na preservação da independência

O médico destaca que a família e os profissionais de saúde têm papel decisivo na promoção de um envelhecimento saudável. “Um dos principais cuidados é evitar atitudes excessivamente paternalistas ou superprotetoras, que, mesmo bem-intencionadas, podem acelerar a perda de autonomia e autoestima”, afirma.

No cuidado em saúde, é essencial uma abordagem multidimensional, com avaliação geriátrica ampla, acompanhamento de doenças crônicas, revisão periódica de medicamentos, estímulo à mobilidade, prevenção de quedas e atenção aos sinais emocionais e cognitivos.

No ambiente familiar, pequenas atitudes fazem grande diferença: incentivar o idoso a participar das decisões, adaptar a casa para favorecer a independência, estimular a convivência social e valorizar seus papéis na família e na comunidade.

Como resume o especialista, “o cuidado deve ser promotor de capacidade, e não apenas compensatório da incapacidade”.

Envelhecer com dignidade, autonomia e participação

Para o Dr. Thiago, o envelhecimento ativo é um processo construído diariamente, com apoio, respeito e cuidado qualificado. A integração entre idoso, família e equipe multiprofissional permite um caminho mais saudável, seguro e participativo, alinhado ao principal objetivo da geriatria contemporânea.

Nesse sentido, no Mater Dei Santa Genoveva, o olhar para o envelhecimento é integral e humanizado, reconhecendo que preservar a autonomia e a saúde emocional é essencial para uma longevidade ativa, digna e participativa.

Agende uma consulta com a equipe de Geriatria do Mater Dei Santa Genoveva e descubra como promover um envelhecimento mais ativo, saudável e com qualidade de vida.

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