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Venezuela vota seu novo parlamento em 6 de dezembro. O país hispânico vai realizar eleição em 6 de dezembro para escolher os novos integrantes do Parlamento, informou o Conselho Eleitoral do país nessa quarta-feira (1º).

Venezuela vota seu novo parlamento em 6 de dezembro
Nicolás Maduro

Oposição diz que votação será fraudada em favor do Partido Socialista.

A oposição controla o Parlamento desde 2016.

O atual chefe do Legislativo, Juan Guaidó, foi reconhecido por dezenas de países como o legítimo líder do país após a acirrada reeleição de 2018 do presidente Nicolás Maduro.

Venezuela vota seu novo parlamento em 6 de dezembro
Juan Guaidó

“Anunciamos para 6 de dezembro de 2020 o processo eleitoral da Assembleia Nacional para o período 2021-2026”, disse a chefe do Conselho Eleitoral, Indira Alfonzo, em uma transmissão na televisão.

A oposição se recusa a reconhecer as decisões do Conselho Eleitoral recentemente nomeado.

Alegando dessa forma, que ele foi ilegalmente designado pelo Supremo Tribunal de Justiça pró-governo.

“Os venezuelanos não participarão de uma farsa, como em maio de 2018”, escreveu Guaidó no Twitter, referindo-se à reeleição de Maduro.

E prossegue, que foi amplamente boicotada pela oposição. “Escolhemos viver com dignidade e democracia.”

Venezuela vota seu novo parlamento em 6 de dezembro

Os críticos de Maduro também observam que o tribunal interveio na liderança dos principais partidos da oposição.

Colocando-os portanto, nas mãos de membros dos grupos que foram expulsos por acusações de que eram aliados dos governistas.

Sobre Nicolás Maduro:

É um político venezuelano, atual presidente de fato da República Bolivariana da Venezuela.

Como vice-presidente, assumiu interinamente a presidência da República em 2012 inicialmente, logo após a vitória eleitoral de Hugo Chávez, em razão da grave enfermidade do presidente eleito.

 Chávez faleceu em 5 de março de 2013, e dessa forma, novas eleições foram convocadas.

Em 14 de abril de 2013, Maduro foi eleito 57º presidente da Venezuela, para cumprir um mandato integral.

Acabou reeleito em 2018, num pleito controverso e não reconhecido pela oposição e pela comunidade internacional, com muitos países e órgãos supranacionais não admitindo mais sua legitimidade como presidente. 

Maduro havia servido anteriormente como Ministro dos Negócios Estrangeiros de 2006 a 2013.

Fonte: Vivian Sequera, Mayela Armas e Brian Ellsworth/Reuters-Caracas 

Foto: Marcelo Camargo/AgBrasil e Limpinhoecheiroso.com/Direitos Reservados

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