Organização Mundial do Comércio segue sem chefe definido.

A Organização Mundial do Comércio falhou dessa forma, em escolher um chefe interino devido a um impasse entre membros que precisarão chegar a um acordo até novembro.

Justamente, sobre um substituto do diretor-geral, Roberto Azevêdo, informou a entidade nesta sexta-feira (31).

A insistência dos Estados Unidos (EUA) sob o memo ponto de vista,  em um candidato norte-americano dificulta a escolha do novo comandante interino da organização.

O chefe interino normalmente seria um dos quatro vice-diretores-gerais, que são da China, Alemanha, Nigéria assim como, os  Estados Unidos.

A OMC informou hoje que eles permanecerão dessa forma, nos cargos atuais.

“O esforço original era tentar designar um diretor-geral interino entre os quatro.

Isso não foi possível.

Não conseguimos chegar a um consenso sobre isso”, disse o porta-voz da OMC, Keith Rockwell.

“O atual diretor-geral Roberto Azevêdo disse estar decepcionado”, completou.

Os membros da OMC concordaram, entretanto, que vão escolher o futuro diretor-geral primeiramente reduzindo a quantidade inicial de candidatos de oito para cinco, e depois para dois, antes de a decisão final ser tomada.

Os 164 membros da OMC serão convidados a escolher quatro candidatos preferidos na primeira rodada, de 7 a 16 de setembro.

Uma troika (um trio) de embaixadores que presidem os principais comitês da OMC determinará quais candidatos têm amplo suporte nas regiões, dos menos desenvolvidos aos países mais desenvolvidos.

Organização Mundial do Comércio segue sem chefe definido

Organização Mundial do Comércio segue sem chefe definido

O novo líder precisa ser escolhido até 7 de novembro.

Sobre a OMC:

 Inicialmente, é uma organização criada com o objetivo de supervisionar e liberalizar o comércio internacional.

A OMC surgiu oficialmente em 1 de janeiro de 1995, dessa forma,  com o Acordo de Marraquexe.

Justamente, em substituição ao Acordo Geral de Tarifas e Comércio (GATT), que começara em 1947.

Fonte: Philip Blenkinsop/Reuters – Bruxelas

Foto: Denis Balibouse/Reuters/Todos os direitos reservados

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