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Tire duas dúvidas sobre a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Conheça o que é, o que causa e como é o tratamento de uma das doenças mais comuns da atualidade, por causa da pandemia!

A chegada da pandemia causada pelo novo coronavírus no Brasil e no mundo acendeu alguns alertas em toda a população. Assim, por conta dos principais sintomas causados pela doença, pessoas que apresentam certos históricos foram classificadas como grupo de risco, como: fumantes, pessoas com problemas respiratórios, idosos e diabéticos.

Atualmente, por conta do alto nível de poluição no ar e outros fatores externos, é muito comum a ocorrência de enfermidades respiratórias, como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Dessa forma, diversas empresas na Bolsa de Valores, por exemplo, vêm se preocupando com a saúde de seus colaboradores justamente por conta do alto risco que sofrem de desenvolver a DPOC.

Em suma, a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é uma enfermidade progressiva do sistema respiratório, e 85% dos casos são causados pelo uso abusivo dos cigarros. Com o passar do tempo, os portadores da DPOC encontram uma crescente dificuldade para respirar e realizar atividades simples do dia a dia.

O que é a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica?

A DPOC, conforme dito anteriormente, é uma doença progressiva que acomete o sistema respiratório. Ela possui dois componentes importantes, os quais devem ser levados em consideração: o enfisema pulmonar e a bronquite crônica. Os dois quadros podem ser observados no mesmo paciente e, quando essa situação ocorre, o quadro de saúde pode se agravar com muita rapidez.

Pacientes que possuem esse quadro, apresentam, ao longo do tempo, dificuldades para respirar e para realizar atividades comuns do dia dia. Caminhar, subir alguns lances de escada e até mesmo tomar banho em pé parecem ser tarefas impossíveis em estágios mais avançados da doença.

Tire duas dúvidas sobre a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

Tire duas dúvidas sobre a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

Os primeiros sintomas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica são:

  • Tosse – seca ou com secreção;
  • Chiado no peito;
  • Falta de ar,
  • Sensação de aperto no peito.

Com a evolução do quadro, o paciente pode acabar incapacitado de realizar simples esforços físicos, por conta do cansaço resultante da limitação respiratória. Uma característica interessante da DPOC é que alguns dos sintomas podem se manifestar mais intensamente no período da manhã.

O que causa a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica?

A principal causa da DPOC é o abuso no uso de cigarros. Aproximadamente 85% dos pacientes que apresentam essa condição são usuários. Além do tabagismo, outros fatores como a exposição excessiva e constante à poluição, substâncias químicas, poeira e até fumaça podem levar ao quadro de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.

Assim, além da maioria esperada dos pacientes fumantes (ativos ou passivos) e ex-fumantes, também é possível observar um número considerável de pessoas que trabalham em carvoarias, olarias ou foram expostas à fumaça de forno a lenha por muitos anos, por exemplo.

Por ser uma doença de desenvolvimento vagaroso, em muitos casos, não é notada ou sequer diagnosticada no início. Atualmente, no Brasil, estima-se que sete milhões de pessoas sejam portadoras da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, entretanto, apenas 12% sejam diagnosticados, e apenas 18% são propriamente tratados.

A grande diferença entre os números pode ser explicada pelo diagnóstico tardio da doença. É muito comum que o diagnóstico da DPOC seja realizado a partir dos 40 anos de idade.

Apesar disso, quanto mais cedo for descoberta a doença, maior é a possibilidade de conter o avanço da mesma e garantir uma boa qualidade de vida ao paciente portador. 

Qual tratamento adequado para a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica?

O tratamento adequado para quem é portador da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica vai muito além de remédios receitados pelo médico. O tratamento também inclui mudanças, muitas vezes drásticas, no estilo de vida para tentar conter o avanço da doença. Para fumantes, por exemplo, largar o cigarro é uma necessidade imediata.

Parar de fumar é a única forma de impedir com certeza o declínio progressivo do sistema respiratório. Pessoas dependentes de nicotina e portadoras da DPOC podem e devem fazer uso de adesivos de nicotina, chicletes e drogas antidepressivas para auxiliar no tratamento da dependência.

Diminuição dos sintomas

Em relação ao alívio dos sintomas, alguns remédios com ação broncodilatadora e anticolinérgica são indicados para diminuir a produção e aumentar a eliminação de secreções. Alguns derivados da cortisona também podem ser úteis nesse sentido, mas seu uso prolongado não é recomendado.

Muitos estudos atuais demonstram que em casos mais severos o único tratamento capaz de melhorar a sobrevida dos pacientes portadores da DPOC é a oxigenoterapia.

Técnicas fisioterápicas de reabilitação respiratória melhoram a resistência aos esforços e a qualidade de vida, mas não são capazes de atingir resultados tão satisfatórios quanto a oxigenoterapia.

Tire duas dúvidas sobre a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

Dessa forma, é preciso ficar atento aos sintomas e, ao menor aparecimento de desconforto respiratório, procurar um médico especializado para realizar um exame. Não se esqueça que quanto antes a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica for diagnosticada, maiores são as chances do tratamento ser efetivo. 

 

Fotos: Divulgação / Arquivo Pessoal

Fonte: Lucas / Assessoria de Imprensa

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