Vera Fischer está magnífica nos palcos

Vera Fischer está magnífica nos palcos paulistanos.

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Vera Fischer está magnífica nos palcos. Vera Fischer está magnífica nos palcos paulistanos (Teatro Folha) na divertida e um pouco biográfica “Ela é o cara”. Um tributo.

Regina Duarte, comemorou 70 anos este domingo. Imensos parabéns.

Vera Fischer

Vera Fischer nasceu em uma família de origem alemã, na cidade de Blumenau, no Vale do Itajaí, Santa Catarina.

A mãe, Hildegard Berndt, era brasileira de ascendência alemã e o pai, Emil Fischer, era alemão nato, natural de Karlsruhe.

Em sua autobiografia, Vera classificou seu pai como “nazista convicto”, o qual era agressivo com ela e a obrigava a ler Mein Kampf, obra escrita pelo ditador Adolf Hitler.

Segundo Vera, a relação dos dois nunca foi boa, embora ela o admirasse.

 Até os cinco anos de idade, Vera apenas falava alemão, vindo a aprender português na escola.

A mãe de Vera era costureira e trabalhava na fábrica de linhas Hering em Blumenau.

Família protestante, Vera estudou em colégio católico, e frequentava cultos aos domingos e missas às sextas-feiras.

Vera Fischer está magnífica nos palcos

Vera Fischer está magnífica nos palcos

Iniciou a carreira como atriz, fazendo pornochanchadas, depois passou a fazer telenovelas e outros filmes.

a princípio, no cinema, interpretou personagens de Rubem Fonseca, Plínio Marcos e Nelson Rodrigues. Em 1982, Fischer ganhou dois prêmios de melhor atriz por “Amor Estranho Amor”, de Walter Hugo Khouri.

Logo, protagonizou dois ensaios para a revista Playboy, em agosto de 1982 e janeiro de 2000, sendo que nesse último ensaio fez fotos nua em Paris, aos 48 anos, clicada pelo renomado fotógrafo Bob Wolfenson.

Portanto, também é mãe de dois filhos: A também atriz Rafaela Fischer, nascida em 1979, que teve com Perry Salles, e Gabriel, nascido em 1993, filho de Felipe Camargo.

Em 1º de setembro de 1993, aos 41 anos, foi capa da Revista Veja – com a chamada de capa O Furacão Loiro aos 40 – sobre o grande momento que vivia em sua carreira profissional na minissérie Agosto, na peça Desejo, de Eugene O’Neill e em Forever, filme sexo-cabeça de Walter Hugo Khouri.

Em 2000, ganhou o prêmio Melhores do Ano – Domingão do Faustão, na categoria Melhor Atriz, por sua atuação como a protagonista Helena, na novela Laços de Família, de Manoel Carlos.

Apesar de ter feito inúmeros personagens importantes na Rede Globo, como nas novelas Coração AladoBrilhanteMandalaPerigosas PeruasLaços de FamíliaO Clone e nas minisséries Riacho DoceDesejoAgosto e Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, a atriz se queixou, na mídia, da falta de bons convites e papéis para a TV:

“Para eu voltar às novelas quero um personagem de verdade. Sou uma atriz.” definiu.

Foi indicada quatro vezes ao Troféu Imprensa, na categoria Melhor Atriz como: Luiza Sampaio em Brilhante em 1981, Jocasta Silveira em Mandala em 1987, Helena em Laços de Família em 2000 e Ivete em O Clone em 2001.

Seu último trabalho na televisão foi na telenovela Salve Jorge, em 2012, no qual interpretou a vilã Irina.

Vera Fischer foi internada numa clínica de reabilitação para dependentes químicos, na Barra da Tijuca, pois ainda não se livrara do vício em drogas.

Essa é a terceira vez que se internava.

Em 2015, Vera retornou aos palcos paulistanos após 17 anos com a peça Relações Aparentes, do britânico Alan Ayckbourn.

Assim, em entrevista ao programa Altas Horas, de Serginho Groisman, a atriz afirmou que se apaixonou apenas duas vezes na vida: uma vez por Perry Salles, seu primeiro marido, e outra por seu segundo marido, Felipe Camargo.

Então, no teatro, atua em grandes produções, como:

– Negócios de EstadoMacbeth (1992), Desejo (1993), Gata em Teto de Zinco Quente (1998), A Primeira Noite de um Homem (2004) e Porcelana Fina (2006).

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