O novo normal pede Restaurantes ao ar livre

Restaurantes ao ar livre são opção segura de gastronomia na retomada da vida normal. Segundo os estudos, a chance de contaminação em ambientes abertos chega a ser até 19 vezes menor do que em salões fechados

Dessa forma, a cidade de São Paulo inicia aos poucos sua tentativa de retornar ao ritmo normal, assim como, muitos restaurantes se adaptam para receber clientes, ainda um tanto desconfiados e inseguros.

Então, com a incerteza sobre quais seriam as melhores opções em termos de segurança para o lazer gastronômico, alternativas que oferecem boa comida aliada a espaços abertos e bem ventilados tornam-se disputadas pelos paulistanos.

Portanto, este é o caso dos restaurantes Cena JockeyFerra Jockey e Iulia, localizados nas dependências do Jockey Club de São Paulo.

O Cena Jockey, por exemplo, aproveita o espaço avarandado, do alto da arquibancada principal do hipódromo, para servir seu menu à la carte.

O novo normal pede Restaurantes ao ar livre

O novo normal pede Restaurantes ao ar livre

E, portanto, normalmente, aos sábados e domingos, serviríamos em sistema buffet, como o da nossa tradicional feijoada porém,  por precaução, estamos optando pelo pratos servidos na mesa”, afirma o restaurateur Ênio Gonçalves.

Segundo a imunologista Ester Cerdeira Sabino, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e responsável pelo sequenciamento do genoma do novo corona vírus, espaços abertos são muito mais seguros do que salões fechados.

Igualmente, “não existe ainda um estudo que indique essa segurança, mas ela é incontestável”, indica Ester.

Não se referindo exclusivamente a restaurantes, um estudo conduzido pelo Instituto de Doenças Infecciosas do Japão aponta um risco até 19 vezes maior de contaminação em espaço fechados quando comparado com ambientes abertos.

Segundo o estudo, o risco de contágio aumenta pela maior possibilidade de transmissão secundária.

Os restaurantes do Jockey Club de São Paulo ainda têm uma vantagem que não se compara com os restaurantes que simplesmente colocam mesas na calçada.

Os clientes têm uma vista linda da cidade e, se quiserem,  ainda podem assistir às corridas,nos dias de páreo,   e fazer apostas sem sair da mesa.

O novo normal pede Restaurantes ao ar livre

O novo normal pede Restaurantes ao ar livre

Atualmente, o Jockey Club de São Paulo passa pelo processo de restauro de seu pórtico de entrada e do passadiço – primeira fase de restauração dos edifícios tombados pelo patrimônio histórico.

“Quem vier para o almoço pode aproveitar e visitar as obras”, garante Wolney Unes, diretor da Elysium Sociedade Cultural, empresa responsável pela condução das obras de restauro.

“Para que os visitantes possam entender como se dá o processo de restauro”,  existem painéis com informações históricas do Jockey” , completa.

Serviço:

Jockey Club de São Paulo

Av. Lineu de Paula Machado, 1263 – Cidade Jardim

Quintas, sextas e sábados, a partir das 12 horas

Reservas: www.thefork.com.br

Sobre o Jockey Club de São Paulo

O Jockey nasceu em 14 de março de 1875 sob o nome de “Club de Corridas Paulistano”, no bairro da Moóca.

E, para tanto, o Jockey Club de São Paulo se mudou para o Hipódromo Cidade Jardim em 1941.

Onde, desde então, ocupa uma área de 600 mil m² às margens do Rio Pinheiros, na cidade de São Paulo.

O clube é aberto ao público e oferece atrações como corridas de cavalo, bem como, eventos, restaurantes, bares e áreas de caminhada.

De acordo com informações, o projeto arquitetônico do Jockey Club foi feito pelo brasileiro Elisário Bahiana, sendo mais tarde alterado pelo arquiteto francês Henri Sajous.

Atualmente, o Jockey Club de São Paulo passa por um processo de completo restauro de suas instalações, tombadas pelo patrimônio histórico.

 

Fotos: Divulgação / Arquivo Pessoal

Fonte: Gavroche Fukuma

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