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Empresas doam R$100 milhões à Fiocruz para produzir vacina. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu R$ 100 milhões, em doação de um grupo de empresas, para investir no aprimoramento de suas instalações.Dessa forma , as que serão usadas na produção da vacina da covid-19.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira (7), em nota publicada na página da Fiocruz.“A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu a doação de uma coalizão de empresas e fundações.

Justamente, para adequações em seu parque fabril e aquisição de equipamentos necessários à produção da vacina para Covid-19. A mesma está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford, por meio do acordo com a AstraZeneca.

A doação também auxiliará na expansão da estrutura de controle de qualidade, em função da grande demanda de testes que a nova vacina irá gerar”, informou a entidade.

Segundo a Fiocruz, “a expansão será importante para a realização dos testes de qualidade do imunizante.

Desde a primeira fase, leia-se, o recebimento de 100 milhões de doses do ingrediente farmacêutico ativo(IFA) para processamento final (formulação, envase, rotulagem e embalagem).

Tudo, portanto, dentro de um acordo de encomenda tecnológica respaldado pelo governo”.

Empresas doam R$100 milhões à Fiocruz para produzir vacina

Empresas doam R$100 milhões à Fiocruz para produzir vacina

A doação, de cerca de R$ 100 milhões, foi feita por Ambev, Americanas, Itaú Unibanco, Stone, Instituto Votorantim, Fundação Lemann, Fundação Brava e a Behring Family Foundation.

Um comitê composto por todas as empresas e fundações será formado para acompanhar as iniciativas.

Sobre a Fiocruz:

A história da Fundação Oswaldo Cruz começou em 25 de maio de 1900.Outrossim, com a criação do Instituto Soroterápico Federal, na bucólica Fazenda de Manguinhos, Zona Norte do Rio de Janeiro.

Inaugurada originalmente para fabricar soros e vacinas contra a peste bubônica, a instituição experimentou, desde então, uma intensa trajetória, que se confunde com o próprio desenvolvimento da saúde pública no país.

Pelas mãos do jovem bacteriologista Oswaldo Cruz, o Instituto foi responsável a priori, pela reforma sanitária que erradicou a epidemia de peste bubônica e a febre amarela da cidade.

E logo ultrapassou os limites do Rio de Janeiro, com expedições científicas que desse modo, desbravaram as lonjuras do país.

O Instituto também foi peça chave para a criação do Departamento Nacional de Saúde Pública, em 1920, conclusivamente.

 

Fonte: Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro Edição: Liliane Farias

Foto: Josué Damacena/IOC Fiocruz

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