Lulli Chiaro e a 13ª edição da Festa Nacional da Música

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Lulli Chiaro e a 13ª edição da Festa Nacional da Música.   O tradicional evento da música brasileira acontecerá na cidade de Porto Alegre/RS em outubro 

Pelo terceiro ano consecutivo, o cantor, pianista e compositor LULLI CHIARO será um dos convidados especiais da “Festa Nacional da Música”, um dos maiores eventos da música brasileira que este ano estará em sua 13ª edição. A festa acontecerá de 12 a 25 outubro na cidade de Porto Alegre/RS. Além de Lulli, outros grandes artistas como Joanna, Péricles, Joelma, Amado Batista, Rosemary, Sorriso Maroto, 14 Bis, CPM 22, Pixote, Falamansa, Fresno, Jeito Moleque, Mumuzinho, também estão confirmados no evento.

Atualmente Lulli está entregue a produção de seu novo CD, intitulado “Sala de Estar”, que será lançado em breve pela Sony Music.  O álbum marca uma nova fase de sua carreira, onde se entrega de vez por todas aos doces braços da música.

Entre as participações especiais do CD estão Ivan Lins, Daniel Boaventura, o Tenor Marcello Vannucci, a Orquestra Filarmônica de São Petersburgo e outros 2 reconhecidos artistas que serão anunciados em breve. “Sala de Estar” terá 12 faixas, sendo 7 músicas inéditas autorais e 5versões de sucessos para o italiano.

http://www.festanacionaldamusica.com.br/2017/index.php

BIOGRAFIA

Nascido em uma família de artistas, já se fazia notar a sua natural vocação para a música.

Aos 7 anos de idade e sem jamais ter estudado, surpreendeu a todos ao tocar no acordeão de um certo vizinho, a canção preferida de sua mãe. Este vizinho desde então, tornou-se um seu querido incentivador. Seu nome… Adoniram Barbosa.

Aos 16 anos de idade compôs uma marchinha, Jardim de Infância, que foi gravada por Ronnie Von e ocupou os primeiros lugares nas paradas de sucesso da época. Colhendo os frutos de sua veia autoral, recebeu convites e gravou pela RCA VICTOR, RGE e WARNER CONTINENTAL.

Mas como diferente não haveria de ser, a sua ainda tenra carreira prometia duras penas. Vieram as dúvidas, os desafios e o velho dilema… ser ou não ser. Não poucas vezes, pensou em desistir e jogar vez por todas, seus planos e sonhos para o alto. Determinado e confiante porém, seguiu em frente os longos e imprevisíveis caminhos daquele mundo novo.

E se já não fossem tantas as pedras do caminho, tempos depois e por razões alheias a sua vontade, Lulli precisou abandonar a carreira musical. Seu Pai escritor e igualmente um combativo ativista político, veio a sofrer seguidas perseguições que o impediram de melhor prover as necessidades do lar. Sem outra alternativa e resignado, arregaçou as mangas, juntou-se aos irmãos e partiu em busca do pão nosso de cada dia. Afastado do mundo musical, dedicou-se paralelamente aos estudos, formando-se em Direito, Administração e Marketing.

Mas como o bom filho à casa sempre torna, em meio a juras de amor eterno, Lulli finalmente se reencontrou com a sua inesquecível amiga e companheira…a música. Foi convidado e participou como vocalista de um grupo musical, formado por Albino Infantozzi, Celso Pixinga, Danillo Galvão, Luís Lopes e Don Beto.

Como que tentando recuperar o tempo perdido e buscando uma melhor conjugação para as suas atividades de cantor, compositor e produtor, Lulli montou um pequeno Studio, Uniarts. Lá, produziu diversos trabalhos para outros artistas e compôs muitas…e novas…e belas canções. Ainda na Uniarts e em companhia de seu parceiro Giggio, recebeu o honroso convite para arranjar e produzir a obra Amistad, de autoria do Maestro João Carlos Martins, reconhecido internacionalmente como o maior intérprete de Johan Sebastian Bach.

 

 

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