Saiba como a economia pode impactar a sociedade

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A economia é uma parte muito importante para o funcionamento da sociedade como um todo e justamente por isso é necessário entender a fundo os fatores que determinam sua estrutura e outros aspectos relevantes sobre esse assunto.

Mas primeiramente, é importante reconhecer que a sociedade é composta por complexas redes de relações entre os indivíduos e entre diferentes esferas sociais que, assim como um corrimão em aço inox escovado, ajudam a sustentar a caminhada para a evolução.

Por isso, analisar apenas essas relações produz uma percepção distorcida da realidade, pois são indissociáveis ​​no processo de construção.

A economia também se preocupa com a política, a diplomacia, as relações cotidianas, entre outros aspectos. Ela está presente em todas essas áreas, assim como na produção de uma estrutura metálica tubular, por exemplo.

Qual a verdadeira importância da economia?

Ao abordar esses componentes, a economia explica sua importância, pois afetam direta e indiretamente o funcionamento da sociedade.

Da mesma forma, a economia é afetada por mudanças, essas mudanças também são alvo dessas transformações, isso é observado nas decisões políticas que afetam os salários e as condições de trabalho até mesmo de uma fabricante de pasta personalizada empresa.

O par dialético sociedade e economia é dependente um do outro, portanto, deve ser estudado por meio de suas interações e efeitos mútuos.

Devido à sua importância, vários teóricos têm se dedicado a analisar o funcionamento das atividades econômicas, com isso surgiram duas escolas de pensamento distintas.

A escola de pensamento marxista, que considera a atividade econômica como social e coletiva, e a escola do marginalismo, que defende a ideia de que a atividade econômica é individual.

Para o marxista, a economia é regida pela divisão social do trabalho e a sociedade determina o modo histórico de produzir. Os marxistas acreditam que as classes sociais são criadas por processos sociais, simultaneamente, são eles que criam esses processos.

Os marginalistas acreditam que a atividade econômica é primordialmente individual, dessa forma, quando os indivíduos interagem na divisão social do trabalho, priorizam apenas seus próprios desejos e necessidades e não os interesses de classe, como no caso marxista.

No entanto, é evidente que o entendimento da atividade econômica é um tema controverso entre os próprios economistas, que partem de diferentes bases teóricas e priorizam diferentes aspectos em suas análises.

Devido a essa complexidade, estudar economia deve iluminar não apenas questões econômicas, mas também questões sociais, políticas e pessoais, pois existem tanto na microestrutura do consumo cotidiano quanto, por extensão, nas macroestruturas.

Um exemplo de pesquisa econômica que tem esse potencial explicativo é o comportamento do governo e os órgãos que ajudam na gestão do mesmo.

Um Estado baseia-se, pelo menos em teoria, em um estudo da situação econômica de seus cidadãos quando formula políticas públicas ou desenvolve um programa de assistência social.

Isso diz respeito não apenas à renda, mas também à habitação, educação, saúde e diversas outras questões apresentadas como serviços de exame admissional de sangue na sociedade moderna são elementos essenciais, e assim se inserem na lógica econômica.

Compreender as condições de existência dos indivíduos envolve, portanto, necessariamente compreender sua situação econômica e seu lugar no modo de produção capitalista.

É impossível entender a sociedade sem entender os fenômenos sociais e a atividade econômica, porque, especialmente nas sociedades capitalistas, eles determinam as estruturas sociais.

Quais são os principais benefícios da economia?

Em uma economia circular, os materiais são usados ​​em cadeias circulares e os recursos naturais são valorizados em todas as etapas da produção, pois o objetivo é reduzir sua extração e aumentar sua disponibilidade.

Uma economia circular tem o potencial de reverter danos ambientais, como o aquecimento global e poluição por exemplo.

As medidas do sistema circular para reduzir o desperdício e maximizar a eficiência dos recursos naturais podem gerar economia para as empresas que utilizam um gerador de energia bifásico.

Isso levaria a uma redução nas emissões de gases de efeito estufa, já que os materiais do dia a dia representam 45% das emissões. Além disso, alguns outros benefícios relevantes são:

  • Redução de problemas ecológicos;
  • Maior disponibilidade de recursos naturais;
  • Maior segurança na utilização de matéria-prima;
  • Crescimento econômico mais estimulado;
  • Mais espaço para tecnologias inovadoras;
  • Geração de novos empregos.

Uma economia bem estruturada também pode fornecer aos consumidores produtos por carga expressa mais duráveis ​​e inovadores que melhoram sua qualidade de vida e economizam dinheiro a longo prazo.

O que é a taxa Selic e para que serve?

O nome Selic vem do Sistema Especial de Liquidação e Custódia, sistema administrado pelo Banco Central dedicado à negociação de títulos federais. O volume médio diário de transações nesse sistema é equivalente à taxa Selic.

A taxa Selic representa a taxa básica de juros da economia brasileira. A variação da Selic afeta todas as taxas de juros vigentes no país, seja a taxa cobrada pelos bancos quando fazem empréstimos, seja pelos investidores quando fazem aplicações financeiras.

A taxa média dessas operações, calculada diariamente, é chamada de taxa Selic “efetiva”. Se trata do percentual real de juros que se pratica nesse mercado. Mas ainda existe a “meta” Selic que é provavelmente a de conhecimento mais comum de todos.

A Selic é um componente central da política monetária no Brasil, que é baseada em um sistema de metas de inflação.

O objetivo é manter a estabilidade da economia e evitar desequilíbrios de preços que levem à depreciação da moeda, o que faria com que o valor da moeda caísse.

O principal objetivo da política monetária é afetar o volume de dinheiro na economia. É aqui que o papel da Selic é importante. É o principal meio de controle da quantidade de dinheiro em circulação pelo Banco Central.

Com isso, quando a economia está aquecida e os preços começam a subir a ponto de prejudicar a meta de inflação, a taxa Selic é elevada.

Impacto da Selic: crédito, consumo e investimentos

A taxa Selic é, de modo geral, o custo médio das linhas de crédito. Quando a taxa está alta, a tendência é que os empréstimos e financiamentos fiquem mais caros.

Isso porque os bancos e outras instituições financeiras vão cobrar taxas de juros mais altas nessas transações. Quando a Selic diminui, ocorre o contrário, os juros do crédito ficam mais caros.

O crédito e as despesas estão imbricadamente ligados. À medida que o custo dos empréstimos, financiamentos e aluguel de sala para terapeutas aumenta, a quantidade de consumo diminui naturalmente, pois o custo dos produtos e serviços também aumenta.

Com isso, a tendência é que a Selic suba, o que provocará uma queda nas compras. Quando a taxa Selic diminui, o consumo tende a aumentar.

Por fim, geralmente, o aumento da taxa Selic beneficia os investimentos de renda fixa, que pagam remuneração baseada em juros.

É o caso de títulos públicos federais, CDBs tradicionais emitidos por bancos, cartas de crédito, debêntures, entre outras opções.

Todas essas posições são mais lucrativas em períodos de altas taxas Selic. Da mesma forma, quando a taxa diminui, seu retorno também diminui.

Mas o que faz a Selic aumentar ou diminuir?

Na prática, após definir uma meta para a Selic, o Banco Central deve tomar providências para manter a taxa efetiva naquele patamar. O anúncio não é suficiente por si só, pois não garante que os juros permaneçam no nível esperado.

Para promover esse aumento nas taxas de juros, o Banco Central tenta vender mais títulos do governo às instituições financeiras. Eles devem ser atraentes para serem negociados a um preço menor, o que implica oferecer uma remuneração maior.

Isso tem efeito nas taxas que as instituições financeiras cobram umas das outras, pois só será vantajoso para elas contratar outras operações de crédito em vez de ficar com o dinheiro aplicado em títulos públicos vendidos pelo Banco Central.

Já no caso de forçar a queda da Selic, o Banco Central faz o contrário. Em vez de vender, ele busca comprar títulos públicos que as instituições financeiras já possuem em suas carteiras.

Para que os bancos realmente queiram vender seus títulos de volta ao Banco Central, eles devem ter um preço mais alto, o que tende a “puxar” para baixo a remuneração geral dos títulos públicos.

Considerações finais

A economia é um campo complicado e em evolução que estuda como as sociedades alocam seus recursos limitados para satisfazer os desejos e necessidades de seus membros.

A economia é de importância significativa no governo e nos negócios de controlador de acesso noturno, por exemplo. Suas teorias e princípios têm efeitos significativos no bem-estar econômico e social de uma nação.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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