Rosangela Moro é mulher de Sergio Moro. É a advogada escolhida pelo juiz da LavaJato para fazer sua defesa no processo movido por Lula contra ele.

E ainda achou um tempo na agenda para ser capa e entrevista da clássica revista Cláudia da Editora Abril deste mês.

Rosângela Moro

A advogada Rosângela Moro, esposa do juiz Sergio Moro, comemorou a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) nas redes sociais.

Feliz. ”, publicou ela no Instagram ao lado de um vídeo que mostra a imagem do Cristo Redentor, no Rio, fazendo uma reverência diante do número 17, de Bolsonaro.

Em seguida, Rosângela postou a imagem do mapa do Brasil com a inscrição “Sob nova direção”.

A advogada vinha fazendo campanha nas redes pelo “voto consciente”

Rosangela Moro é mulher de Sergio Moro

Rosangela Moro é mulher de Sergio Moro

Sérgio Fernando Moro

Sérgio Fernando Moro OMM (Maringá, 1 de agosto de 1972) é um magistrado, escritor e professor universitário brasileiro.

Ou seja, é juiz federal da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba e foi professor de direito processual penal na Universidade Federal do Paraná.

Então, é graduado em Direito pela Universidade Estadual de Maringá em 1995, fez mestrado e doutorado na Universidade Federal do Paraná.

 Especializou-se em crimes financeiros e tornou-se juiz federal em 1996. Nessa função, trabalhou em casos como o escândalo do Banestado e a Operação Farol da Colina. Também auxiliou, no Supremo Tribunal Federal, a ministra Rosa Weber durante o julgamento dos crimes relativos ao escândalo do Mensalão.[

Portanto, Moro ganhou enorme notoriedade nacional e internacional por comandar, desde março de 2014, o julgamento em primeira instância dos crimes identificados na Operação Lava Jato que, segundo o Ministério Público Federal, é o maior caso de corrupção e lavagem de dinheiro já apurado no Brasil, envolvendo um grande número de políticos, empreiteiros, bem como, empresas como a Petrobras, a Odebrecht, entre outras.

Assim, em 12 de julho de 2017, condenou o ex-presidente Lula a nove anos e seis meses de prisão, sendo essa a primeira vez na história do Brasil em que se condenou criminalmente um ex-presidente da República,  decisão esta mantida em segunda instância.

 Em novembro de 2018, aceitou ser Ministro da Justiça no governo do presidente Jair Bolsonaro.

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