Já está disponível novo tratamento para hanseníase

Já está disponível novo tratamento para hanseníase. O Sistema Único de Saúde (SUS) passará dessa forma a disponibilizar um novo tratamento para hanseníase, o antibiótico claritromicina. Utiliza-se este medicamento, portanto, para outras doenças, como infecções respiratórias e de pele.

O novo tratamento pode contribuir para pacientes cuja doença é resistente aos medicamentos já disponíveis pelo SUS, como a rifampicina. Dessa forma, a Organização Mundial da Saúde recomenda o antibiótico para resposta a pacientes com hanseníase.

Poliquimioterapia

Portadores de hanseníase com resistência a medicamentos recebem tratamento do mesmo modo,  no SUS com um método de poliquimioterapia. Nele, aplica-se sob o mesmo ponto de vista,  os medicamentos rifampicina, dapsona e clofazimina.

Já está disponível novo tratamento para hanseníase

Esse tratamento, entretanto, poderia não ser totalmente eficaz diante da possibilidade de resistência à rifampicina. Daí a importância do tratamento com claritromicina como uma alternativa para estes casos e de resistência a outros medicamentos.

A hanseníase afeta a pele e os nervos. Ela gera a perda de sensibilidade do portador, inclusive reduzindo a percepção do calor nas partes afetadas. Além disso, a enfermidade provoca manchas no corpo e perda de força muscular.

Já está disponível novo tratamento para hanseníase

Entenda a hanseníase

Lepra ou hanseníase é uma infeção crónica causada pelas bactérias Mycobacterium leprae ou Mycobacterium lepromatosis.

 A infeção geralmente não manifesta sintomas durante os primeiros 5 a 20 anos. Gradualmente, vão-se desenvolvendo granulomas nos nervos, trato respiratório, pele assim como,  olhos.

Isto pode resultar na diminuição da capacidade de sentir dor, o que por sua vez pode levar à perda de partes das extremidades devido a lesões ou infeções sucessivas que passam despercebidas ao portador.

 Estes sintomas podem também ser acompanhados por diminuição da visão e fraqueza. A lepra é transmitida inicialmente, entre pessoas e possivelmente a partir de tatus. Pensa-se que a transmissão se dê portanto, através da tosse ou pelo contato com o muco nasal de uma pessoa infetada.

 

 

Fonte: Jonas Valente/Agência Brasil – Brasília Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Foto: PebMed / Todos os direitos reservados

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