‘BRUTA FLOR’ volta ao cartaz depois de grande sucesso

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Fotos de Ronaldo Gutierrez, bruta flor, teatro, na midia, uiara zagolin

Nova Temporada de 04/08 a 29/09, sempre às sextas-feiras, às 21h30 Hrs, com  Adriano Arbol, Érika Farias e Willian Tucci

Fotos de Ronaldo Gutierrez, bruta flor, teatro, na midia, uiara zagolin
Fotos de Ronaldo Gutierrez

 Sucesso de público e de crítica, “Bruta Flor”, peça que provoca o espectador a refletir sobre homo afetividade e preconceitos nas relações amorosas, retorna ao cartaz, em curta temporada, no Teatro Augusta, às sextas-feiras dos meses de agosto e setembro.  A peça estreou em novembro de 2016 e ficou em cartaz por oito meses, em temporadas distintas, no Viga Espaço Cênico e no Teatro Augusta.

Texto denso e potencialmente polêmico, que trata da homofobia internalizada e sua possível consequência trágica, despertou o interesse do ator Marcio Rosario em assumir a direção e a produção do espetáculo. “O tema não poderia ser mais atual: o Brasil vive uma onda de intolerância contra a diversidade sexual”, diz Rosario.

O drama de Vitor de Oliveira e Carlos Fernando de Barros aborda o relacionamento de dois homens, Lucas e Miguel, que se reencontram e começam a relembrar a trajetória deles, desde a adolescência. Miguel vai estudar em Londres e Lucas se casa com Simone, sua namorada desde o colégio, e lutam para realizar o grande sonho dele: ser pai. Após 12 anos, Miguel e Lucas se reencontram no metrô. Um reencontro que traz à tona sentimentos até então desconhecido para ambos. A relação vai ganhando contornos dramáticos, envolvendo a aceitação da sua própria  homossexualidade.

A peça tem trilha sonora de Cida Moreira e efeitos sonoros de Pedro Lemos, cenário de Reinaldo Patrício e figurinos de Amir Slama.

A realização fica a cargo da produtora de cinema, Três Tons Visuais e tem Produção Executiva de Daniel Chiarelli, projeto gráficos de Angel Jackon e William Rucci e Fotografia de Ronaldo Gutierrez.

A Equipe:

Adriano Arbol (Lucas)

Com vasta experiência em teatro, mais de 20 peças no currículo, dentre elas: Sagarana, O Auto da Barca do Inferno, Dom Casmurro, A Cidde e as Serras, Til, Memórias de um Sargento de Milícias, Memórias Póstumas de Brás Cubas (todas essas com direção de José Paulo Rosa), O Brasil de Cuecas, com direção de Jacques Lagoa, O Burguês Fidalgo, O Jardim Secreto, Os Saltimbancos, Muito Barulho por Nada (todas essas com direção de Marcelo Marra), entre outras.

Além de fazer parte do elenco original da 1ª temporada de Bruta Flor, Arbol está em cartaz com mais dois espetáculos no momento: Pra lá e pra cá, com direção de Mario Góes, e Há Dois Mil Anos, com direção de Gabriel Veiga Catelani.

Em cinema, tem experiência nos filmes Diário de Um Exorcista, A História de Nossa Senhora Aparecida em 3D, Aeroponto, além do documentário Rosina Pagã: História de uma cantora de rádio.

Além disso, tem participações na televisão, como em Tribunal na TV, O Justiceiro, Lealdade, Dedo do Parangolé, além das novelas Cúmplices de um Resgate e Chiquititas, no SBT.

Érika Farias (Simone)

Interpretou a peça Velório à Brasileira, de Azis Bajur, nos anos de 2007 a 2012.

Em 2011, participou do Ciclo de Leituras Públicas de Textos Teatrais e pré-encenadas no CEU Paraisopólis e no CEU Campo Limpo.

Ainda em 2012, interpretou a peça Rapunzel, com texto de Ronaldo Ciambroni, com a personagem Bibi, também nos anos de 2013 e 2014.

De 2012 a 2017, fez a personagem Madame, em A Bela e A Fera, um espetáculo de Andresa Gavioli e Mauro Pucca.

Atualmente, está em cartaz com A Bela Adormecida, no Teatro das Artes, e faz parte do elenco original de Bruta Flor, desde a 1ª temporada.

Willian Tucci (Miguel)

Apaixonado pelas artes desde a infância, iniciou sua carreira aos 5 anos, com experiências diversas em comerciais de TV e espetáculos infantis.

Decidiu dar uma pausa para graduar-se em Publicidade e Propaganda, que permitiu-lhe iniciar uma carreira como produtor audiovisual.

Na fase adulta, atuou em comerciais, cinema e videoclipes.

Foi dirigido por Elias Andreato, na montagem teatral “Janelas de Nelson”, onde interpretou Tuninho, de “A Falecida” e Olegário, de “A mulher sem pecado”, e estudou Tchekhov, com Zé Henrique de Paula.

Chega para integrar o elenco de Bruta Flor, interpretando o personagem Miguel.

Marcio Rosario (Direção e Produção Geral)

Ator, diretor e produtor premiado no Brasil e internacionalmente, iniciou sua carreira aos 12 anos ,com estreia no cinema no filme O Amor Uniu Dois Corações, dirigido por Wilson Rodrigues. Aos 15, iniciou na Oficina Teatral da Cadeia Velha de Santos,

ao lado de grande nomes do teatro nacional, como: Charles Muller, João Fonseca, Alexandre Borges, Tanah Correa, entre outros. Aos 18, tendo recém ingressado à Faculdade de Jornalismo (FIAM), iniciou trabalho na montagem do paulista William

Pereira dentro da ECA (SP), com o espetáculo O Burguês Fidalgo, de Molière, no qual iniciou seus trabalhos em produção, ao mesmo tempo que estudava no Teatro Escola Macunaíma.

Aos 20 anos, já no Rio de Janeiro, passou a produzir e atuar no musical de Wolf Maya, Splish Splash, e no musical infantil, A Bela Adormecida, realizado pela produtora do cantor Roberto Carlos. Engrenou em A Comédia dos Sexos, ao lado de Rogério Cardoso, com direção de Gugu Olimecha, prestigiado por mais de 400 mil pessoas ao longo dos 3 anos em cartaz. Mudou-se em seguida para os Estados Unidos, onde ficou radicado 20 anos. Graduado pelo American Film Institute de Los Angeles como Produtor de Cinema e TV, trabalhou nas maiores empresas americanas de televisão como: NBC, ABC, MTV, CBS, HALLMARK ENTERTAINMENT, UPN, entre outras.

Como ator, participou de grandes produções do cinema como: Deserto, Verses At Work, Os Mercenários, Efeito Colateral, O Escorpião Rei, Além da Linha Vermelha, Clube da Luta, A Filha do General e Cidade das Almas Perdidas, #Rio Eu te Amo, entre outros. Em 2005, foi convidado a retornar ao Brasil para participar da novela Belíssima, de Silvio de Abreu. Desde então, participou de inúmeros projetos na Rede Globo como: Boogie Oggie, Joia Rara, Flor do Caribe, Cheias de Charme, Fina Estampa, Araguaia, O Profeta, Cobras e Lagartos, Malhação e recentemente, I Love Paraisópolis, fazendo o personagem popular “Bazunga” e “Carlos” em Sol Nascente. Atualmente produz a comédia romântica Santa Conexão, com distribuição da Europa Filmes em 2017.

Vitor de Oliveira & Carlos Fernando Barros (Autores)

Vitor de Oliveira é roteirista, escritor, professor edramaturgo. Criador do blog “Eu prefiro melão”, um dos pioneiros a publicar textos de conteúdo próprio voltado para o universo da teledramaturgia, que deu origem ao seu primeiro livro “Eu prefiro melão –

melhores momentos de um blog televisivo”. Colaborador da nova versão de “O astro” (2011), novela de Janete Clair, adaptada por Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro, premiada com o “Emmy Internacional” na categoria “Telenovela”.

Foi um dos roteiristas de “I LOVE PARAISÓPOLIS”, novela das 19h da Rede Globo, que estreou em maio de 2015. Ainda em tv, é um dos roteiristas do piloto da série “Homens querem casar & mulheres querem sexo”, finalista do Festival Internacional de Televisão. No cinema, foi roteirista do curta “Corra, biba, corra”, exibido no Festival Mix Brasil e no Cine Clube LGBT e

dos curtas “Metade Da Laranja” (premiado no Festival Brasil de Cinema Internacional), “A maldição da Rosa” e “12 horas”, dirigidos por Thais de Campos, além de “Operação Orquídea”, estrelado por Norma Blum.

É autor de três peças: “O que terá acontecido a Nayara Glória?” e “Mãe”, que já teve duas leituras dramáticas realizadas no Rio de Janeiro e São Paulo, ambos atualmente em pré-produção, e do infantil “A bola mágica”, que entrará em cartaz no Teatro Augusta em Julho, além dos inéditos “A Fera do Andaraí”, “Madame M e as mentiras que elas contam” e “Antes que amanheça”. Atualmente, também ministra o workshop “Da colaboração à autoria – teoria e Prática de Roteiro”, ao lado de Ingrid Zavarezzi.

Carlos Fernando Barros é escritor, roteirista e dramaturgo, atuando no mercado desde 2008. Desenvolveu vários trabalhos, entre eles: Autor da peça teatral infantil “A Bola Mágica”, encenada no dia 22/03/2014, no shopping Barra Garden, dirigida por Gilberto Zangrande.

É um dos roteiristas do piloto da série “Homens querem casar & mulheres querem sexo”, finalista do Festival Internacional de Televisão.

É autor do argumento e um dos roteiristas do seriado “Dois pra lá, dois pra cá” que está no momento sendo comercializado. No cinema é autor dos curtas “Metade Da Laranja” (premiado no Festival Brasil de Cinema Internacional), A maldição da Rosa” e “12 horas”, dirigidos por Thais de Campos, além de “Operação Orquídea”, estrelado por Norma Blum e dirigido por Paulo Siqueira. Este último foi vencedor de melhor roteiro no Festival Brasil de Cinema Internacional, no Rio de Janeiro em 2015.

Lançou em Abril de 2013, no Rio de Janeiro e em São Paulo, o livro de contos “Todas as Janelas”, pela Editora Navilouca. O livro retrata o cotidiano dos personagens, o seu dia-a-dia, enfatizando um sentimento para cada um dos contos, como: amor, solidão, medo, ódio, inveja, etc.

Coautor da peça “O que terá acontecido a Nayara Glória?”, atualmente em processo de pré-produção. Autor do texto para teatro infantil “Gigi, uma princesa no Reino da Feiura” que vai ser montando no final do ano do Teatro Folha.

Cida Moreira (Trilha Sonora)

Estreou nos palcos brasileiros na década de 1970. Seu primeiro trabalho musical, “Summertime”, independente e ao vivo, foi lançado em 1981, com clássicos do jazz e do blues, além da versão censurada de “Geni e o Zepelim”, de Chico Buarque. Cantora, pianista e atriz, lançou dez álbuns, dentre os quais “Cida Moreira interpreta Brecht” (1988), “Cida Moreira canta Chico Buarque” (1993) e “A Dama Indigna” (2011). Ganhou o prêmio de Melhor Atriz pelo filme, “O Que Se Move” (2013) no Lakino Film Festival, em Berlim.”Da Rádio Marconi, de Paraguaçu Paulista, à era de ouro da MPB, passando por festivais interioranos e shows universitários, Cida foi desembocar nos palcos de São Paulo, Rio e outras praças, sempre ligada ao que de mais avançado se fazia no país e no mundo, tendo bebido de todos os mananciais mais substanciosos e convivido com pessoas à altura das suas aspirações.

E só poderia mesmo ter surpreendido com o ecletismo de suas escolhas, provando ser, em todas elas, a artista completa que é, senhora absoluta de sua voz, de sua emoção e do espaço que ocupa nos palcos e na vida dos que a rodeiam. E não sei se no plano mundial se vai encontrar expressão tão acabada do casamento de música e teatro, com um repertório que inclui Brecht e Kurt Weill (às vezes, Hans Eissler ou Paul Dessau), Chico Buarque, as canções do cinema brasileiro, Adoniran Barbosa, as modinhas de Mário de Andrade, Tom Waits e Cartola.

Para não falar de suas participações em homenagens a Paulinho da Viola, Maysa e Dolores Duran.

SERVIÇO DO ESPETÁCULO:

Bruta Flor

Teatro Augusta

Endereço: Rua Augusta 943 – Cerqueira César

Informações: (11) 3151-4141

Sala Paulo Goulart

Capacidade para 304 pessoas, sendo 02 cadeirantes

Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)

Duração: 80 minutos

Recomendação: 16 anos

Trilha sonora: Cida Moreira.

Cenário: Reinaldo Patrício

Figurino: Amir Slama

Estreou em 11 OUT2016.

  • O espaço conta com bar, amplo hall para recepção de convidados, galeria de arte, etc.

A bilheteria física funciona:

  • Quarta, Quinta e Sexta das 14h às 21h30.
  • Sábado das 13h às 23h30.
  • Domingo das 13h às 20h.

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